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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

CORRETOR, CONHEÇA O "CICLO e-COSSISTEMA PARA O CORRETOR" E SE DESTAQUE NA INTERNET

O corretor de seguros possui uma importância muito grande para a sociedade, além de ter a responsabilidade de ser o agente responsável em desenvolver o mercado segurador, ele tem um papel que ainda é pouco entendido e explorado, trata-se de ser um dos encarregados em desenvolver o mercado digital brasileiro.

Você está preparado para ser este agente? Já pensou em montar um e-commerce de seguros? Como é o seu convívio neste “e-cossistema”?

Para aqueles que estão querendo iniciar, quero ajudar você a começar de forma sustentável, com uma base sólida. E para quem já está inserido neste “e-cossistema” gostaria que, após a leitura deste artigo, fizesse uma rápida análise para saber se você está realmente no caminho certo.

Depois de algumas experiências e desafios profissionais que enfrentei, diversas palestras ministradas e eventos que participei, percebi que existe uma carência de informações e orientações de como fazer e porque as pessoas resolvem entrar para o mundo virtual sem um planejamento, sem uma orientação, ou seja, sem um Norte!

Percebi que o melhor caminho seria criar um modelo de atuação para quem pretende iniciar no mundo online.

Este será o primeiro artigo, de uma série, que estou produzindo sobre o Ciclo e-COSSISTEMA para o Corretor.

O Ciclo e-COSSISTEMA para o Corretor vai além de ser um guia de boas práticas para o mundo virtual, ele é o começo de tudo. É a base, pois leva em conta seu posicionamento como marca e a relação com o seu cliente ou prospect.

Este modelo se baseia em três principais responsabilidades, que devem ser entendidos como pilares de atuação, e que devem funcionar como um ciclo, visando:

1-) PLANEJAR = planejar o melhor produto para seu cliente, levando em conta a melhor relação custo X benefício

2-) ORIENTAR = exerce importante papel de orientar tanto no momento de prospecção, venda e pós-venda.

3-) ACOMPANHAR = relacionar, avaliar e acompanhar o cliente apoiando na defesa de seus interesses.


Fazendo uma relação com o mundo virtual ele é totalmente aplicável e falarei um pouco mais sobre cada pilar e futuramente COMO aplicar este modelo de forma estratégica no online.

O PLANEJAR é o pilar onde você irá se preocupar em fazer o planejamento da sua atuação. Uma fase onde você precisará ter em mente seu objetivo. O que já pode ir pensando é em personalizar o produto.  Ajuste os produtos que você vende para o seu público alvo. Destaque seus diferenciais deixando-os bem claro! É neste momento que você se descolará dos demais concorrentes. 
E como fazer isso pela internet?
Destaque no teu site o que o cliente ganhará contratando o seguro com você. Comece a registrar com imagens seus atendimentos, o apoio que você oferece no caso de um sinistro e utilize na sua divulgação.
Informe seus diferenciais agregando valor ao seu produto e reforce sempre eles em artigos e notícias que você produzirá, nos posts que você colocará nas redes sociais e espalhe mesmo. Ideias de combo são sempre bem aceitas!

O pilar ORIENTAR é aquela responsabilidade que você tem de ser transparente com seus clientes e prospects. É passar a informação correta, de forma clara e coerente com o que está vendendo. 
E como fazer isso pela internet?
Comece montando um site profissional e perfil nas redes sociais. Vá em busca das informações dos produtos que você vende. Todas estas informações você encontra de forma rápida e muitas vezes em apenas um clique. É só visitar os sites das seguradoras que todo seu conteúdo estará lá! Siga estas empresas onde ela estiver presente na internet, seja Facebook, Linkedin, Twitter, Instagram, Blog, etc. Elas produzem muito conteúdo que você poderá utilizar tanto para ter ideias quanto para compartilhar.

ACOMPANHAR seu cliente é ficar em constante atenção e relacionamento com ele. Esteja sempre com os dados de todos os seus clientes atualizados. Este é o “pulo do gato” para você conseguir se relacionar com ele! Descubra o que seu cliente gosta, quais são seus hábitos, se ele prefere praia ou fazenda, se ele tem filhos, qual a idade deles.... Construa este banco de dados e comece a explorar de forma estratégica e inteligente. 

Mapeando estas informações e cruzando com o produto que ele tem com você, te mostrará qual é o “produto oportunidade” que você pode trabalhar com ele.

Se você sabe que seu cliente gosta de viajar, que tal preparar dicas de viagens e na sequência apresentar o seguro viagem para ele? Ou até mesmo, caso ele tenha somente o seguro auto com você, apresente o seguro residencial?
E como fazer isso pela internet? Após estar com toda sua base atualizada pergunte para seu cliente se ele deseja receber informações úteis sobre os interesses que ele te informou. Faça um questionário com poucas perguntas e envie para eles. Hoje em dia você encontra diversas ferramentas que fazem isso para você de forma online. Uma dica simples é o próprio Google Docs!

Corretor, o objetivo deste artigo é que você capte a essência do Ciclo e-COSSISTEMA para o Corretor.

Ele não para por aqui!

Nos encontramos no próximo artigo.

Abraços,

Gustavo Zobaran

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

SE CONTASSE O NÚMERO DE e-SEGUROS, SERIA MUITO MAIOR!



O mercado de seguros está crescendo quando o assunto é e-commerce.

Os números divulgados pela empresa E-bit, sobre o comércio eletrônico brasileiro, infelizmente não contabiliza nada sobre o nosso mercado.

Se isso acontecesse, esse número seria MUITO maior!

sexta-feira, 18 de julho de 2014

ESTRATÉGIAS DE MARKETING PARA O MERCADO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS

Confira o programa do melhor evento do mercado de seguros e produtos financeiros do Brasil!

Agradeço o convite para palestrar neste importante evento. 

Confira o que iremos conversar!

| 14/out | 14:30 | MÓDULO III – CORRETORES DE SEGUROS, É HORA DE IR PARA O ONLINE – UMA VISÃO ESTRATÉGICA SOBRE O MUNDO DIGITAL DO MERCADO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS

Objetivo: Com o crescimento da Internet no Brasil e a facilidade, 92% dos clientes buscam informações sobre os produtos e empresas antes de efetivarem suas compras. Este módulo tem o objetivo de apresentar aos participantes estratégias e ferramentas que auxiliem para que haja uma comunicação efetiva entre empresa e cliente através da internet.


1 - Impactos do marketing Digital para o Crescimento das Empresas


2 - O E-commerce de seguros e produtos financeiros

3 - A influência do Boca-boca Digital e seus efeitos positivos e negativos para as marcas

4 - Quais as principais ferramentas utilizadas para a disseminação de informação nas redes sociais

5 - A Sinergia para o Marketing On-line  Off-line

6 - Mensuração de ação/campanha através das mídias sociais

7 - As mídias sociais e os dispositivos mobile como aliados no engajamento dos clientes

Gustavo Zobaran
Gerente de Comunicação e Estratégia Digital
Caixa Seguros


Até lá...


terça-feira, 8 de abril de 2014

PALESTRA: MARKETING DIGITAL PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS



FAÇA SUA INSCRIÇÃO GRATUITA, CLIQUE AQUI

Mesa redonda com:
- Gustavo Zobaran  
> coordenador do curso de gestão em marketing digital

- Claudio Souza      
> gestor de e-commerce

- Vicente Tardin    
> criador do site de conteúdo webinsider.com.br

- Carlos Henrique     
> gestor de marketing e estratégias digitais

- Allan Alves          
> planejamento estratégico

- Fabiano Monteiro 
> direito digital



quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE MARKETING DIGITAL CHEGA EM BRASÍLIA

Uma das carreiras mais promissoras para 2014 terá sua primeira pós-graduação na área na capital federal.

O mercado de marketing digital vem crescendo e se destacando no Brasil como uma área que tem bons salários e muitas vagas, porém estas vagas exigem profissionais capacitados para trabalhar com o “novo marketing”.

Atualmente, existem diversos cursos e pós-graduações sobre o tema, mas todos centralizados no eixo Rio-São Paulo.

Pensando nisso que uma das melhores universidade de Brasília resolveu criar a pós-graduação em Gestão de Marketing Digital.

“Assim como esta ocorrendo em todo o Brasil, este nosso mercado esta bem aquecido, porém aqui em Brasília temos uma carência de cursos voltados para o digital e tem uma alta procura para este tipo de capacitação. Aposto muito na nossa capital como um grande mercado para ser explorado”, afirma Gustavo Zobaran, coordenador do curso e especialista em marketing digital.

Brasília, assim como é para as outras áreas, também se destaca no marketing digital com a prestação de serviços para o governo federal. “Teremos uma disciplina chamada e-Gov que será focada em capacitar o aluno em como e o que fazer para atender o governo”, reforça Zobaran.

As aulas serão presenciais, quinzenais e o curso terá um total de 360 horas. A previsão de início é abril/2014.

Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone: (61) 3445-5888 ou pelo site

Informações de Valores
Matrícula: R$ 335,00 + 19 parcelas de R$ 335,00

Valor para pagamento antecipado:

EX-ALUNOS

Matrículas até dia 28/02/14: 1 X R$ 167,50 (50% desconto) + 19 parcelas de R$ 284,75 (15% desconto)

ALUNOS PROVENIENTES DE OUTRAS INSTITUIÇÕES

Matrículas até dia 28/02/14: 1 X R$ 284,75 (15% desconto) + 19 parcelas de R$ 301,50 (10% desconto)


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sobre o coordenador

Prof. Gustavo Zobaran é pós-graduado em Gestão de Negócios pelo IBMEC. Possui mais de 13 anos de experiência em E-business, com o foco em E-commerce. Professor de cursos de pós-graduação de Marketing Digital. Desenvolveu e foi responsável pela gestão de estratégias digitais para o mercado real state, varejo e financeiro. Atualmente é gestor de E-commerce para do GRUPO CAIXA SEGUROS. Palestrante e consultor além de contribuir com artigos para diversos sites nacionais e internacionais.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

E-COSSISTEMA AGORA NO FACEBOOK



Apresento para vocês a página do "E-cossistema.com" no facebok!

Um projeto que nasceu em fevereiro/2010 e tinha como principal canal este blog agora amplia os horizontes marcando sua presença no facebook.

Este espaço será exclusivo para divulgação de tudo que envolve o e-cossistema digital.

CURTE LÁ!

clique aqui

terça-feira, 23 de julho de 2013

O E-COMMERCE PARA O MERCADO DE SEGUROS

Sabemos que o comércio eletrônico brasileiro vem crescendo a cada dia que passa. Qualquer pesquisa que é divulgada sempre destaca este crescimento. Até aí não temos nenhuma novidade.

Recente pesquisa divulgada pelo IBOPE Media (10/jul/2013) revela que o número de pessoas com acesso à Internet no Brasil ultrapassou, pela primeira vez, a casa dos 100 milhões. Os dados referentes ao primeiro trimestre de 2013 indicam que o país tem 102,3 milhões de internautas. Até aqui nenhuma surpresa, certo?

Quando comparamos nosso e-commerce com o dos Estados Unidos fica nítido que o Brasil ainda tem muito espaço para crescer. No mercado americano a Internet representa cerca de 8% das vendas totais do varejo; no mercado brasileiro está em 3%.

Tudo isso não é novidade!

É neste momento que precisamos pensar e fazer apostas.

Mas qual o mercado que pode favorecer o comércio eletrônico brasileiro a continuar batendo os recordes? Minha aposta é o Mercado de Seguros Online.
Para a Internet, 44% das pessoas fazem uma pesquisa online antes de contratar um seguro.

Buscando referências e números em outros países sobre o e-commerce de produtos de seguros a Inglaterra demonstra uma evolução. Lá 50% das vendas de seguros são realizadas pela web. Aqui no Brasil a expectativa é chegarmos em 2016 com 10% das vendas de seguros sendo realizadas pela Internet.

Desafiador, não?!

Sabemos que o consumo de seguros pelos brasileiros vem se destacando e já aponta como um dos mercados que mais cresceram nos últimos anos.

Em recente pesquisa divulgada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) e Fundação Getúlio Vargas no Brasil, 16% da população possuem algum tipo de seguro.

O que também fica a favor do comércio eletrônico para este mercado é o surgimento do microsseguro, modalidade que tem como finalidade proporcionar cobertura indenizatória à população de baixa renda em caso de sinistro. Esta modalidade desponta como um dos maiores potenciais de crescimento.

Como destaque de microsseguros tem o auxílio funeral que teve um crescimento de 115%. O produto registrou R$ 26,8 milhões em volume de prêmios, de acordo com a FENAPREVI.

E quando falamos em acesso à Internet das classes D e E os números ainda são modestos, porém também estão em crescimento, surgindo assim um casamento próspero e de muitos frutos, não acha?

Como visionário e empreendedor deste “e-cossistema” enxergo uma excelente opção para aqueles que estão buscando apostas e novos mercados para ampliarem seus conhecimentos e negócios.

Esta análise foi a mesma que eu fiz para trocar o mercado imobiliário digital - que me ensinou muito e para mim é o mercado que desenvolve o digital no Brasil com excelentes cases - pelo o comércio eletrônico para o mercado financeiro e de seguros.

Quando faço esta análise levo em conta o espaço que terei para me desenvolver, o desafio que o mercado me proporcionará, contribuir com minha experiência e como abrir o caminho para os profissionais de e-business.
Lembro-me quando a categoria campeã de vendas online no Brasil era “Livros, Assinaturas de Revistas e Jornais”. E agora a que se destaca é “Moda e Acessórios” que nem aparecia entre as TOP 5. O mesmo podemos dizer da venda online de passagens e pacotes turísticos, do crescimento e venda de cursos online.

Em alguns anos, não tenho dúvidas que teremos a categoria de seguros online figurando entre as primeiras. Anotem isso!

Falando mais afundo sobre o mercado de seguros online o que temos é a atuação de diversas corretoras, porém as próprias seguradoras ainda atuam de forma modesta.

Se nos basearmos no ranking das seguradoras por prêmio, em abril/13, temos as TOP5:

1-) Grupo BB/MAPFRE (20,21%); 
2-) Grupo Bradesco (15,93%);
 
3-) Grupo ITAÚ (14,84%);
 
4-) Zurich Santander Brasil Seg. e Prev. (9,69%);
 
5-) Grupo Caixa Seguros(5,85%);


Deste ranking temos apenas uma seguradora que possui uma loja virtual dos seus produtos.

O mercado dará um “boom” quando as próprias seguradoras investirem no e-commerce e criarem suas próprias lojas virtuais. Nas devidas proporções acontecerá como já vimos no mercado imobiliário, onde as próprias incorporadoras investem pesado no digital, tanto em estratégias, criando departamentos específicos e contratando profissionais que entendam de marketing digital.

E se investem é porque tem retorno! Posso dizer isso com conhecimento de causa.

Não pensem que este investimento é só em mídia. O investimento no online também é pesado para capacitar sua força de vendas.

Por outro lado conseguimos fazer do mercado de seguros digital um e-commerce de fato, vender via mobile e redes sociais é totalmente possível.
Já no imobiliário ainda não se vende um imóvel pela Internet. Para este setor a Internet é uma importante ferramenta de apresentação e convencimento, afinal não tenho onde passar o cartão ou imprimir o boleto, certo?

Mas tem um detalhe importantíssimo que ainda o mercado digital de seguros esta a uns passos atrás, trata-se da CULTURA DIGITAL. Antes de investir em mídia, em capacitar força de vendas utilizando a web, criar estratégias em redes sociais, precisa investir em capital humano especializado, criar departamentos específicos e acreditar!

Invistam em profissionais que entendam de e-commerce e marketing digital, criem áreas específicas de e-business e tenham a certeza que o resultado será positivo!


Façam suas apostas, pois os dados já foram lançados.

Abraços,

Gustavo Zobaran
@gustavozobaran

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

PALESTRA FNAC | IMAGENS

PALESTRA FNAC
| dezembro | 2012 |




Imagens da palestra de fim de ano realizada para os colaboradores da FNAC/Brasília

Tema abordado: INOVAR

Valeu pessoal pelo material e até a próxima!

domingo, 18 de novembro de 2012

A INTERNET É O PASSADO


Dando continuidade na minha peregrinação de catequizador, recentemente promovi um bate papo em Brasília cujo tema principal era: “Como é o seu convívio neste e-cossistema”. Com a intenção de provocar a plateia resolvi começar com um slide mostrando uma frase incompleta que dizia:

“A Internet é o…”

Junto desta frase surgia uma imagem de um lindo bebê com um macacão com os dizeres: “I’m Alexandria. Friend me on Facebook”.

A intenção de provocar o público foi positiva, pois acredito que muitos completaram com a palavra futuro.

Era esse o gancho que eu precisava para dar continuidade na apresentação e que irei abordar aqui neste artigo.

Porém antes de falar de Internet é importante abordar um pouco sobre a avalanche de transformações que esta nos atropelando.

O lema da década de 2000 foi estratégia e para a década de 2010 a palavra chave é inovação.

Já andei citando em alguns artigos a interpretação que dou para a palavra inovação. Sou da teoria que inovar é diferente de melhorar. O assunto é complexo e totalmente passível de debate tornando a inovação um processo colaborativo.

A inovação impulsiona o crescimento, transformando o que já existe e criando o que inexistia.

Existe outra palavra que poucos abordam, mas que para mim é tão importante quanto a palavra inovar. Trata-se da palavra ruptura. A parceria entre elas precisa ser constante. Diria que precisam andar de mãos dadas!

A ruptura é um processo que, quando executado, deixa de ser uma ameaça e se transforma em oportunidades. É ir além das suas competências centrais, abraçar a inovação dos modelos de negócios e administrar de forma diferente o velho e o novo.

Entendendo que é incorporando a inovação que conseguiremos trabalhar melhor os projetos que tem a Internet como seu núcleo central.

Temos hoje no Brasil cerca de 83 milhões de internautas. Um número que vem crescendo exponencialmente, porém nem tudo são flores.

Uma pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas, no primeiro semestre de 2012, aponta o Brasil no 63º lugar entre os 154 países mapeados com acesso à Internet em casa. Temos somente cerca de 46% de internautas com acesso a banda larga e, pasmem, de cada 10 usuários 1 faz uso do acesso discado, segundo esta pesquisa da FGV.

É isso mesmo que acabou de ler! Ainda temos gente acessando Internet via conexão discada!

Esta mesma pesquisa apontou que o Distrito Federal é a unidade da Federação com mais acesso à Internet nos domicílio. O DF tem 58,6% das residências com Internet, ficou a frente de São Paulo (48,25%), do Rio de Janeiro (43,95%) e de Santa Catarina (41,6%).

É fundamental que o governo encare como prioridade e acelere o Plano Nacional de Banda Larga. Será através dele que estes números alcançarão patamares melhores.

Outro fator que merece destaque para a Internet é o acesso mobile.

Já é fato que somos um país louco por mobile. São cerca de 27 milhões de smartphones, a venda de tablets mais que triplicou entre janeiro e agosto de 2012 e que 2,6 milhões de tablets serão vendidos no Brasil até o fim deste ano, segundo levantamento da consultoria GfK.

Atualmente, possuímos cerca de 252 milhões de linhas de celular. O Distrito Federal, que é o líder em quantidade de linhas por morador, apresenta 2,21 linhas por morador.

Se formos estudar o comportamento semanal de acesso à Internet de usuários acessando a internet de "desktop X mobile" e traçar dois gráficos, sendo um para o uso do desktop e outro para o mobile, enxergaremos que o mobile tem o seu acesso muito mais constante com destaque de picos aos finais de semana. Já o desktop é marcado por picos e vales bem acentuados. Os picos são as segundas e terças, enquanto aos finais de semana apresenta uma redução significativa.

Se você achou que isso parece ser um pouco óbvio, concordo contigo e adianto que você deve trabalhar na área ou ser um conhecedor e por isso também saberá que esta não é a realidade e conto contigo para ser um catequizador deste “e-cossistema”.

Já para o mercado de trabalho aproveito a oportunidade para responder aos que me perguntam quais as áreas que merecem uma atenção de destaque na Internet e qual o mercado que apostaria.

Aí vai a minha resposta:

Mercado Imobiliário – o marketing digital imobiliário é uma área que a cada ano vem se destacando pela sua evolução e atuação com a Internet. É só reparar que os principais cases de marketing digital são realizados pelo mercado imobiliário. Já conta com excelentes profissionais, porém ainda tem muito espaço para crescer.


Mercado de Educação – o brasileiro esta com sede de educação e consequentemente por qualificação. O mercado de eduacação a distância (EAD) tem um diferencial, pois orbita nas classes A, B e C. Desta forma aumenta a diversidade das estratégias e ações online.


Mercado de Seguro – o consumo de seguro e previdência pelos brasileiros se destaca e se torna um dos mercados que mais cresce no Brasil. Segundo a FenaPrevi, o mercado de seguros no Brasil deve crescer acima de 15% em 2012. Para a internet, 44% das pessoas fazem pesquisa online antes de contratar um seguro. Se analisarmos o que acontece no mundo, na Inglaterra 50% das vendas de seguro são realizadas via Internet. Para o Brasil a expectativa é chegar em 2016 com 10% das vendas de seguros sendo realizadas via web. Atenção especial para o mercado de seguros online que é muito promissor! 


É importante que o Brasil capacite gestores que entendam todo este “e-cossistema”, que sejam multiplicadores deste processo de ruptura e inovação e busquem atuar criando e defendendo as melhores práticas.

E você o que acha?
Responda, é a sua vez.
“A Internet é o ....”

Abraços,

Gustavo Zobaran
@GustavoZobaran



palestra no slideshare
|clique na figura|

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

MERCADO DE LUXO E A INTERNET, UMA PARCERIA QUE NÃO É SÓ MODA!


Estou envolvido em um projeto que me despertou para um mercado que anda a passos largos e casa muito bem com a Internet. Trata-se do Mercado de Luxo.

Durante minhas pesquisas para descobrir mais um pouco sobre este mundo, notei que associam muito o luxo a moda. Linkam o luxo com todas aquelas marcas famosas de roupas, bolsas, sapatos...na verdade o luxo é muito mais que moda! Em 2011 este mercado movimentou quase 12 bilhões de dólares, 33% mais que em 2010, segundo um estudo da consultoria MCF, especializada nesse mercado.

O luxo pode estar presente em diversos mercados além da moda, como na culinária, automobilístico, em viagens, náutico, imobiliário...

Primeiro, temos que entender o perfil das pessoas que consomem o luxo. Se falarmos somente da classe A, ela representa cerca de 4,5% do total da população do País, porém não podemos esquecer que temos pessoas da classe B que também consomem o luxo.

Entender seus hábitos é essencial para traçar estratégias para atraí-los. Para este público o preço pouco importa, ele gosta de exclusividade, exige atendimento personalizado e ações personificadas. Tenha atenção na abordagem e na linguagem utilizada.

Pensando no mercado imobiliário, é uma excelente área para explorarem estas ações. Temos hoje diversos empreendimentos que precisam ser tratados de forma diferente e suas estratégias pensadas para este perfil. Diversas incorporadoras criaram departamentos e equipes específicas pensando no segmento econômico, mas não vi nenhuma fortalecendo o segmento para o público do mercado de luxo. Será que não é necessário?

E como encontrar e se comunicar com este público? A resposta é: na Internet!

Hoje, temos cerca de 80 milhões de pessoas com acesso à Internet no País das quais 54% correspondem à classe AB, segundo o Media Book 2012, divulgado pelo IBOPE.

Este público consome muita tecnologia e conteúdo digital. Se utiliza cada vez mais da internet para buscar informações e se manter atualizado. Não é a toa que uma das redes sociais que mais utiliza é o Twitter, curte as marcas no Facebook, assiste vídeos no Youtube e utiliza também o Instagram.

Enfim, poderia ficar aqui falando muita coisa, casando o mercado de luxo com a internet, mas a minha intenção é que pense na infinidade de oportunidades que estão sendo criadas e não exploradas.

Toda vez que vou começar a escrever um artigo, penso no objetivo e qual a mensagem que quero deixar, pois bem, a deste artigo é fazer com que você abra seus olhos para esta parceria Luxo e Internet. Quem sabe não pode ser daí que venha a surgir seu novo negócio?!

São destas reflexões que surgem as oportunidades de explorar o inexplorado.

Abraços,

Gustavo Zobaran
@GustavoZobaran

terça-feira, 29 de maio de 2012

SUA EMPRESA AINDA CONTA COM OS SERVIÇOS DE INTERNET DAQUELE SOBRINHO DO DIRETOR?


Q
ue estamos passando por um momento de extrema competitividade entre empresas, serviços e profissionais não é novidade para ninguém.
Mas o que estão fazendo para buscarem a tal da vantagem competitiva é o que são elas.





Internet como ferramenta estratégica?


Meu post de hoje vai para aquelas empresas que não tem em seu DNA o gene da inovação, da ousadia e que não encaram a Internet como ferramenta estratégica para o seu negócio.


Atente-se, pois pode estar aí o diferencial! Qualquer detalhe, por menor que seja, pode representar o sucesso no final da história.


O que é inovação?


Primeira coisa importante é entendermos o que é a tal da inovação. Certa vez, ouvi de um diretor de novos projetos do Google uma frase bem interessante sobre inovação. Ele dizia que INOVAÇÃO é diferente de MELHORIA.


Essa frase tão singela me fez parar e pensar realmente o que é inovação e o que é melhoria. É fácil notar que pessoas e empresas quando dizem que estão inovando, na verdade, o que estão fazendo não passa de uma melhoria.


Foi então que comecei a comparar projetos que foram rotulados como inovadores e também resolvi analisar processos do meu dia a dia, bem como projetos que trabalhei para saber se a minha contribuição poderia ser chamada de inovação ou apenas uma benfeitoria.


Melhoria ou inovação?


Confesso que alguns projetos que achava que estava inovando, não passava de uma melhoria. Mas também foi prazeroso concluir que alguns projetos em que atuei foi inovação pura!


Não quero ser tendencioso e por isso convido você a refletir utilizando exemplos práticos do seu conhecimento para chegar a uma conclusão.


E então você pode estar aí se perguntando como eu faço para inovar.


É um exercício constante com minha equipe, estimulando a descobrir problemas, além de adotar a postura de deixa-las com liberdade para se arriscarem, deixando-as soltas e livres para se sentirem à vontade para pensar fora da caixa, pois aí elas conseguirão inovar.


Enfim, a inovação é algo que se dá de baixo para cima, de forma descentralizada, imprevisível e que exige uma administração diferenciada.


Internet como ferramenta estratégica


Outro fator que venho sempre batendo na tecla é que as companhias precisam encarar e incorporar a Internet como sendo um pilar estratégico para o negócio.


Para adquirir essa vantagem competitiva a empresa precisa ter profissionais qualificados, projetos consistentes e principalmente apoio de todo corpo executivo.


Já que o foco é gerar um maior valor para os acionistas, afirmo que a Internet é capacitada a exercer tal função, pois além de potencializar diversas áreas e projetos de uma empresa, ela estimula relações mais transparentes com seus diversos públicos.


Não podemos deixar que, dentro de uma companhia, a Internet seja só modismo, farra ou sempre invejando o que os outros fazem!


Bom, ao menos que queiram continuar contando com o serviço daquele sobrinho do diretor.


Abraços!


Gustavo Zobaran
@GustavoZobaran

sexta-feira, 20 de abril de 2012

O FUTURO DO PROFISSIONAL DE E-BUSINESS É HOJE


Dia desses, concedi uma entrevista para a Catho que me fez pensar bastante sobre o tema. A entrevista abordava a geração de emprego e o que o futuro poderá proporcionar para a área de e-commerce.


Antes de prosseguir com este artigo, gostaria de defender a utilização do termo “e-business” para falar das negociações realizadas por meios eletrônicos no sentido mais amplo da palavra e abrangendo um universo maior.

No meu entendimento, o e-commerce anda em conjunto com o e-business, mas é uma parte dele.

Agora, que já esta alinhado com meu pensamento vamos decorrer sobre o tema!

“COMO SERÁ O AMANHÃ? RESPONDA QUEM PUDER...”

Para chegarmos a alguma resposta para esta pergunta, nada melhor que analisarmos o “e-cossistema” que habitamos.

Já é de conhecimento de todos o movimento que o Brasil vem passando em relação à ascensão das classes sociais. São classes mais pobres que subiram para o patamar de “média”.

A “nova classe C” brasileira já corresponde a aproximadamente 54% da população e é responsável por movimentar cerca de R$ 1,03 trilhão por ano. 45% da classe C tem acesso à internet e 50% faz este acesso via banda larga.

Outro fator relevante para o aumento do acesso a internet foi a queda no preço dos computadores, aumento na venda de smartphones com acesso a web e maior consumo da banda larga.

Alguns outros fatores que também contribuem é o aumento do poder aquisitivo da população, o crescimento do emprego formal e do acesso ao crédito.

Segundo o IBOPE Nielsen Online, o total de brasileiros com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houeses ou outros locais) foi de 78,5 milhões de pessoas no terceiro trimestre de 2011.  O tempo de uso do computador foi de aproximadamente 64 horas em janeiro de 2012. Um crescimento exponencial comparado aos outros períodos.

E para finalizar a ilustração deste cenário, que para mim se torna um dos principais, soma-se o fator da população jovem, que já nasceu com a internet na veia, estar adquirindo poder de compra e se utilizará, cada vez mais, da web.

São diversos os produtos disponíveis para o consumo online. Eles vão desde os mais comuns como DVDs e livros, passando por passagens, cursos online (e-learning) e porque não um dia a venda de um imóvel 100% pela web?

Todos estes fatores são enxergados como positivos, não só para os consumidores de produtos via web, mas também para aqueles que pretendem utilizar dos negócios virtuais e fazer dele seu projeto de vida abrindo uma loja virtual.

Será que temos mão de obra suficiente de profissionais para fazer a gestão desta demanda?
Tomo a liberdade para afirmar que, hoje, a resposta é não!

É nítido que as oportunidades de emprego crescem a uma velocidade muito maior quando comparado a capacitação de profissionais para ocupar estas vagas.

Gosto sempre de frisar que quem pretende entrar para esta área se capacite e esteja preparado, pois o futuro é hoje.

Lembro-me que quando comecei a trabalhar com e-business, lá se vão 13 anos, não pude contar com literatura específica e cursos. Era completamente diferente do que temos hoje. Muito do que eu fazia era feito na base do empirismo.

O crescimento é fato! O que precisamos lutar é para acelerar as políticas públicas e regulatórias que regem o nosso mercado, sempre focado no objetivo que ele cresça fortalecido e de forma sustentável.
Toda vez que sou convidado ou tenho qualquer oportunidade para falar de e-business, faço questão de dar minha contribuição, pois cabe a nós, profissionais já atuantes, o dever de contribuir com nossas opiniões e experiências para este crescimento.

Acredite neste segmento e me ajudarão a responder:

“COMO SERÁ O AMANHÃ?”.

Conto com você!

Abraços,

Gustavo Zobaran
@GustavoZobaran

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Vamos pensar na estratégia? Inicie pelo o Digital!


Venho acompanhando de perto a criação de estratégias e campanhas para o lançamento de produtos e o que vem me chamando a atenção é uma importante mudança na forma que estão conduzindo.

Alguns podem encarar como um assunto polêmico e muitos podem não concordar, mas as ESTRATÉGIAS DE SUCESSO ESTÃO NASCENDO DO DIGITAL!

Já pararam para pensar nisso?!

Em um passado, nem tão distante, as estratégias eram totalmente criadas e voltadas para o mundo offline, e o online, quando tinha, era encarado como um potencializador desta ação “off”.

Hoje em dia é muito comum ver em reuniões de briefing o digital marcando presença de forma atuante, conduzindo e amparando uma campanha vencedora.

Quem não se lembra que os comerciais veiculados na TV era o mesmo que ia para o YouTube.
E agora como é? Existe um para a TV e outro para o Youtube.

Quantos anúncios você vê nas revistas que seu conteúdo tem apenas intenção de ser apenas o motivador para te levar a algum site ou rede social? Diria que quase todos!

Realmente o online consegue assumir o papel de um “hub” centralizando e proporcionando interatividade, mobilidade e agilidade nas ações.

Vou deixar bem claro que sou um defensor da sinergia entre o online, offline e promocional.
Conseguindo azeitar estes três pilares o tiro é certeiro!

Sempre que tenho oportunidade procuro deixar isto bem claro em meus artigos e palestras.

Não é a minha intenção provocar guerrinhas entre as áreas, minha intenção com este artigo é chamar a atenção para esta importante mudança que estamos passando e também alertar as empresas e os profissionais.

Confesso que toda esta mudança não me deixa surpreso, pelo contrário, passa a ser apenas uma constatação do que venho acompanhando.

E qual é a sua percepção?

Abraços,

Gustavo Zobaran
@gustavozobaran

quarta-feira, 18 de maio de 2011

COMPRANDO UM IMÓVEL PELA WEB. É POSSÍVEL?



Desde que comecei a trabalhar com e-business, lá se vão 12 anos, sempre estive ligado ao comércio eletrônico e desde então venho acompanhando seu progresso, as ações, estratégias e todo este movimento.

De um tempo pra cá que comecei a me envolver mais com o marketing digital imobiliário e me deparei com certas situações que não condizem muito com a realidade do e-commerce.

Confesso que não acho nada legal quando leio que venderam um empreendimento pelo Twitter, Facebook, Orkut ou qualquer outra rede/mídia digital que seja!O que pode ter acontecido é a facilidade que uma ferramenta dessas proporcionou para um atendimento.

Apenas para relembrar:

O comércio por si só é o ato de vender, comprar ou trocar.Certo?

Quando falamos de comércio eletrônico, é um tipo de transação feita especialmente por um equipamento eletrônico, como um computador, e a internet se torna o veículo.

O crescimento de 40% em 2010 em relação a 2009, conquistando 23 milhões de e-consumidores, e com a expectativa de crescer 30% de 2010 para 2011, prova que esta modalidade da nova economia já não é mais futuro!
É PASSADO!

Tivemos como ranking, em 2010, as seguintes categorias:
1º - Eletrodomésticos (14%)
2º - Livros, Assinaturas de Revistas e Jornais (12%)
3º - Saúde, Beleza e Medicamentos (12%)
4º - Informática (11%)
5º - Eletrônicos (7%)
Fonte: ebit
Falando agora com o foco no mercado imobiliário nacional, confesso que um dia irei enxergar uma categoria “Imóveis”, mas isso ainda esta um pouco distante de acontecer.

São diversos os fatores que impedem deste “sonho” ser realizado por agora.
Ainda estamos estruturando toda a parte de Certidões Online, Certificados Digitais, pagamentos online, etc..

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (www.camara-e.net) vem desenvolvendo um papel importantíssimo para que isso um dia se concretize.

Na verdade, vai muito mais além de uma decisão do departamento comercial e/ou marketing. Precisa do envolvimento de diversos outros departamentos e setores, como financeiro, jurídico, cartórios, colégios notariais e bancos.

Uma coisa é fato: Vender um apartamento pela internet não é tão fácil assim como noticiam.

Precisa de uma sinergia de diversos setores.

É uma corrida sem nexo para dizer quem fez primeiro!

Me lembra a história da pata e da galinha. Conhece?

Vou contá-la:
"A pata põe um ovo enorme, mais saboroso e, de acordo com estudos científicos, mais nutritivos que os da galinha, mas não faz propaganda! Fica calada e ninguém sabe de nada.
Já a galinha põe um ovo duas vezes menor que o da pata, mas sabe se comunicar muito bem. Cacareja e faz tanta zoada, tanta presepada, que todo mundo fica logo sabendo que ela pôs mais um ovo."


Se falarmos com o foco em marketing, estão todos na mesma disputa! Sempre procurando “marketizar” suas conquistas.

Mas sabemos que o volume de instrução, conhecimento e informação das pessoas, hoje, é altíssimo e não se deixam enganar nem se levar por isso.

O caminho não é por aí!

O que temos hoje em dia, não é venda online de empreendimentos, o que ocorre é que a internet passou a ser um importante veículo no processo decisório além de ser um grande “hub” de informações, com o objetivo de tirar dúvidas, de ver imagens, perspectivas e diversas outras ferramentas.

É o início do encantamento!

A internet passou a ser o grande diferencial das incorporadoras, construtoras e imobiliárias, pois são nos sites que as pessoas fazem suas pesquisas na hora que quiserem, sem ter a interferência de ninguém.

Estes sites estão cada dia se superando em ferramentas que proporcionam uma interatividade com o usuário, canais de comunicação direta, mapas e visualizações em tempo real.

Entendo que estão todos em busca deste objetivo que é totalmente possível, mas ainda ninguém comprou ou vendeu um imóvel pela internet!

Onde eu imprimo o boleto ou informo os dados do meu cartão para comprar?

Se souber me avise!

Abraços,

Gustavo Zobaran
@gustavozobaran

segunda-feira, 21 de março de 2011

TODA A MÍDIA DIGITAL TEM DE IR AONDE O POVO ESTÁ. SE FOR ASSIM, ASSIM SERÁ!

Já inicio este texto pedindo licença ao ícone da MPB, Milton Nascimento, para usar e trocar uma palavra de um trecho da famosa música de sua autoria em parceria com Fernando Brant.
Estava voltando de uma viagem que fiz esta semana quando tocou a música “Nos Bailes da Vida” e algo me fez parar para prestar atenção bem naquela parte que diz “todo artista tem de ir aonde o povo está”.
Aquela frase ficou martelando na minha cabeça a viagem inteira quando resolvi trocar apenas uma palavra.
Foi daí que surgiu o título deste artigo.
Mas o que isso tudo tem a ver?
Irei explicar...
Quando brifamos a agência para a criação de um plano de mídia digital de uma campanha ou ação, temos que pensar em diversas situações e fazer simulações.
Mas um ponto importante é formatar a estratégia como um todo, no objetivo de maximizar sua eficácia pensando sempre como atingiremos o usuário final.
A mídia digital tem suas particularidades e em nenhum momento pode ser comparada com a mídia tradicional.
Ainda nos deparamos com empresas e agências que se equivocam em não separar as duas mídias. É aí que começa toda a confusão!
Quando esta confusão é colocada em prática, nem sempre o resultado é positivo e ainda corre o risco de queimar o filme deste nosso “e-cossistema”.
Através das diversas ferramentas digitais versus a quantidade de usuários da web faz com que potencialize ações digitais.
Recentemente a ferramenta Scup divulgou uma pesquisa informando o horário nobre do Twitter no Brasil.
Qual o horário de pico que as pessoas mais twitavam?
O resultado destacava dois períodos de pico, um das 14h - 17h e o outro das 20h - 22h.
O que achei mais interessante foi o debate que isso gerou.
Baseado nesta informação irei fazer uma pergunta para você escolher uma das opções:
Em qual horário você iria atuar?
a-) Nos horários de pico
b-) Nos outros horários
Não se atreva em responder de bate pronto....pense...
Provavelmente para quem tem sua mente focada na mídia tradicional à resposta mais apropriada seria a letra “a”, para atingir o máximo de pessoas!
Só que no meio digital não é bem assim que pensamos, pois se optarmos pela letra “a” a timeline dos seus seguidores estará bombando. Diversos tweets fará com que esta timeline corra mais rápida deixando seu tweet menos visível, certo?
E agora?!
Mais uma vez a estratégia será a peça chave para responder esta pergunta.
Outro exemplo interessante foi um anúncio interativo de um empreendimento veiculado no principal jornal de Goiânia onde uniram o off com o online.
A intenção inicial era passar a sensação de ver o anúncio em movimento, mas quando discutimos a estratégia resolvemos potencializar inserindo uma seção fale conosco no ambiente online.
Dito e feito! Diversos contatos foram realizados através deste anúncio interativo.
Um excelente resultado para uma ação de apenas um dia de duração no meio tradicional.
Poderia citar mais uma dezena de exemplos apenas para justificar o título deste artigo.
Temos sempre que buscar trabalhar a estratégia onde o povo está!
Não tem a ver o título?!
Se for assim, assim será...
Abraços!
Gustavo Zobaran
@gustavozobaran